
Era uma vez dois peixinhos a navegar... navegavam pela vida, davam à barbatana pela internet, sem, no entanto, ainda conhecerem as cores de que eram feitos...
Até que um dia as barbatanas se cruzaram e as guelras de ambos revigoraram de oxigénio...
Passaram então a nadar juntos, ou talvez apenas se na mesma direcção... é algo que ainda não se analisou no mapa das marés...
O certo é que navegaram em marés de tempestade, em mares de águas prata, feitas de corais, felizes, tristes, sorridentes, magoados, confidentes, zangados, mas sempre apeixonados...
Até ao dia em que surgiu um barco, daqueles assustadores e cheio de pescadores sem licença... Menino Carapau ficou desnorteado e deu à barbatana até se perder nas águas turvas da solidão... E a Menina Sardinha foi pescada, enrolada nas redes da tristeza...
Conseguem vê-la agora, a debater-se no convés por voltar à água??
Até que um dia as barbatanas se cruzaram e as guelras de ambos revigoraram de oxigénio...
Passaram então a nadar juntos, ou talvez apenas se na mesma direcção... é algo que ainda não se analisou no mapa das marés...
O certo é que navegaram em marés de tempestade, em mares de águas prata, feitas de corais, felizes, tristes, sorridentes, magoados, confidentes, zangados, mas sempre apeixonados...
Até ao dia em que surgiu um barco, daqueles assustadores e cheio de pescadores sem licença... Menino Carapau ficou desnorteado e deu à barbatana até se perder nas águas turvas da solidão... E a Menina Sardinha foi pescada, enrolada nas redes da tristeza...
Conseguem vê-la agora, a debater-se no convés por voltar à água??

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